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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Passo a Passo: Caixa de Caneca em MDF Personalizada

Valorize ainda mais seu presente oferendo uma caixa personalizada. 


A Inkmixx acabada de lançar uma caixa em MDF de 3 mm para ser personalizada por sublimação.

A referida caixa agrega valor ao seu presente por não ser descartada e durar muito mais que uma caixa de papel, por exemplo.

Para Prensar:

  • Baixe o Gabarito em PDF
  • Importar o PDF em Corel ou Photoshop
  • Encaixar suas imagens dentro de cada parte (frente, lados, tampa, traseira e fundo)
  • Imprimir a montagem em papel resinado de fundo azul em modo espelho
  • Fixar as partes em MDF com fita crepe
  • Prensar: 200 C, 30 seg, Pressão Alta



Baixe o Gabarito em PDF


terça-feira, 25 de julho de 2017

Amarelo Criativo: Van Gogh e o que podemos aprender com ele


Sua Mesa de Trabalho é: Arrumadinha ou Bagunçadinha!!!???

Sua mesa é organizada, com pastas e papéis bem alinhadas e canetas no lugar certo? Ou parece mais que uma loja de material de escritório vomitou tudo sobre a sua mesa? Eis o que os psicólogos afirmam sobre o que o estado de sua mesa pode dizer sobre você.

Depois de simular diferentes condições de trabalho, em que os participantes preencheram questionários e foram analisados por seu comportamento, os pesquisadores da Universidade de Minnesota, EUA, chegaram a uma conclusão. As pessoas que trabalham em mesas limpas e arrumadas tendem a se conformar com a convenção, ter uma dieta saudável e são mais generosos, em comparação aos colegas de trabalho que possuem mesas bagunçadas.

Mas se aqueles que trabalham em mesas limpas tendem a ser conformistas, o que significa quando o espaço de trabalho é desordenado, com papéis e material de escritório espalhados aleatoriamente? Essa desorganização também promove o pensamento criativo e estimula novas ideias, disseram os pesquisadores.


Para seu estudo, publicado no periódico Psychological Science os participantes foram convidados a preencher um questionário, tanto em um escritório organizado, quanto em um todo desordenado.

Eles também foram convidados a doar para a caridade e pegar uma maçã ou chocolate quando saíssem da sala. O que os pesquisadores descobriram foi que, aqueles que completaram a tarefa em uma sala limpa, fizeram doações mais generosas e eram mais propensos a escolher o lanche saudável em vez do chocolate, se comparados àqueles que preencheram os formulários no ambiente mais desorganizado.

Mas quando os pesquisadores pediram para que os grupos debatessem novos usos para bolas de pingue-pongue, as ideias vindas da sala bagunçada foram classificadas como as mais interessantes e criativas, em comparação àquelas que saíram da área de trabalho mais organizada, observou o estudo.

“Estar em uma sala bagunçada levou a algo que as empresas, indústrias e sociedades querem mais: a criatividade”, disse Kathleen Vohs, autora principal do estudo.

Da mesma forma, quando dada a opção de escolha entre um novo produto e um já estabelecido no mercado, as pessoas da sala mais desorganizada estavam mais inclinadas a dar uma chance ao novo produto. Mais uma vez sinalizando que os ambientes desordenados podem ajudar as pessoas a se libertarem da convencionalidade.

“Os ambientes desordenados parecem inspirar a libertação da tradição, que pode gerar novas percepções”, disse Vohs. “Os ambientes organizados, por outro lado, incentivam a convenção e o jogar mais seguro.”


Em defesa das pessoas mais desorganizadas e bagunceiras, algumas das mentes mais criativas e brilhantes também eram conhecidas por serem notoriamente confusas, incluindo Sigmund Freud, Abraham Lincoln e Albert Einstein, que disse certa vez: “Se uma mesa cheia é um sinal de uma mente confusa, de que, então, é sinal uma mesa vazia?”

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Criatividade: Albert Einstein e a Teoria da Relatidade

O que poucas pessoas sabem é que Albert Einstein e Charlie Chaplin eram grandes amigos e se encontravam com frequência.


Num destes encontros Einstein foi convidado a assistir a avant-première do filme Luzes da Cidade, e diante do público que os aplaudiam com entusiasmo Einstein teria dito a Chaplin:

«O que eu mais admi­ro na sua arte é a uni­ver­sa­li­da­de. Você não diz uma palavra, mas todo mun­do te com­pre­en­de.»

Chaplin res­pon­deu:

«Verdade. Mas a sua gló­ria é ain­da mai­or! O mun­do intei­ro admi­ra-o, e no entan­to nin­guém com­pre­en­de uma úni­ca pala­vra que você diz.»

Sim.. ao menos 3 pessoas no planeta compreendiam esta Teoria que acabará de nascer. Diferentemente dos dias de hoje, a Teoria da Relatividade esta consagrada e comprovada por centenas de cientista do todo mundo que conseguiram confirmar por meios experimentais todos os pontos propostos por Einstein.


E foi num destes encontros que a esposa de Einstein contou a Chaplin como nasceu a Relatividade. Disse ela: ao tomar o café da manhã Einstein estava introspectivo e disse que tinha tido uma grande idéia. Neste momento se resguardou em seu quarto por 15 dias a fio, cabendo a ela apenas levar as refeições. Ao sair do quarto estava ele com duas folhas de papel com a Relatividade descrita.

Mas qual foi esta idéia genial!! Com uma capacidade de livre associação incrível Einstein estabeleceu um comparativo de uma situação hipotética. Imaginem um homem dentro de um elevador em queda livre (c) e o mesmo elevador no espaço em gravidade zero (d).  
Mas e se este elevador estiver sustentado por um cabo (a) ou sendo acelerado a 10 m/s2 (b) por um foguete no espaço. Para aquele que esta dentro deste elevador não vai conseguir discernir a diferença. 

A partir desta analogia (também conhecido como Princípio da Equivalência) Einstein deu início a Teoria da Relatividade, e como o nome diz, estamos imersos em um mundo em tudo é relativo, caindo por terra o espaço absoluto e tempo absoluto. Agora o espaço/tempo passam a estar intrinsicamente ligados e dependente do observador (referencial inercial). Agora tempo pode dilatar e o espaço contrair e o "tecido" espaço/tempo pode ondular, curvar ou distorcer.

Quando perguntado sobre de onde vinha tanta criatividade, Einstein respondia surpreso: Criativo!! eu sou teimoso. Ciente que toda sua criação vinham de anos de pesquisas e observações.


Só para se ter uma ideia, os satélites GPS carregam relógios atômicos extremamente precisos e os algoritmos embutem as equações da relatividade. Sem esta correção e ajustes compensando a diferença de tempo entre nós que estamos superfície da terra e o tempo que se passa nos satélites, nunca seria possível a localização do geo posicionamento com tamanha precisão.

A vida de Einstein não foi nada fácil! Logo após formado, ficou por dois anos tentando um cargo de professor. Praticamente expulso do próprio país, devido ao governo nazista suas obras foram queimadas. Louvado mundo afora, massacrado em sua própria terra natal.

Mas a lição de que mais gosto do mestre é essa: “quem nunca cometeu um erro, nunca tentou algo novo”.




domingo, 16 de julho de 2017

Criatividade: Steve Jobs e o Iphone

Steve Jobs por si só é sinômino de genialidade, conhecido por revolucionar a informática, gerar tendências e assim ser seguido por todos. Neste post vamos seguir os passos e contar como Steve Jobs chegou ao Iphone, e acredito que esta história nunca foi contada desta maneira.

A empresa japonesa Sony encomendara uma pesquisa para saber se as pessoas comprariam um "radinho" com fones de ouvido para curtir sua música preferida enquanto caminhava ou praticava esportes, e o resultado desta pesquisa, para surpresa em nossos tempos atuais, foi que o produto seria um total fracasso!! Mesmo assim a Sony resolveu apostar no Walkman. 


A história deste produto todos nos sabemos, foi um sucesso total!! Afinal as pessoas não sabem nem o que querem, cabendo ao inventor justamente surpreende-las, máxima que Steve Jobs sabia usar como ninguém. 

Mas afinal o que o walkman tem a ver com o Iphone? Sim.. foi nele que tudo começou.


A tecnologia não parava de evoluir, e os tocadores passam de analógicos para digitais. Após uma breve passagem pelos CDs, começaram a chegar no mercado os MP3. 
Agora os tocadores não mais necessitam de midias físicas, mas um simples arquivo compactado cabe aos milhares dentro de um pequeno dispositivo. 


Foi ai que a Apple lançou seu tocador de MP3, o qual recebeu no nome de Ipod. Este dispositivo veio em um momento que não poderia ser melhor para Apple, pois vendeu aos milhares, ajudando em muito a impulsionar esta empresa que estava se recuperando de inúmeros contratempos do passado. Só para lembrar o Ipod nada mais é que um tocador MP3, porém com um status diferenciado pelo seu design, charme e por estar associado a loja Itunes. Os Ipods dominavam quase a totalidade de tocadores do mercado americano, quase uma unanimidade, ocupando mais de 90% dos usuários. 

Mas afinal, o que tudo isso tem com a criação do Iphone? Steve Jobs, sempre de olho no futuro teve a grande sacada. Ele imaginou que em futuro breve os tocadores cairiam no ostracismo, assim como aconteceu com o Walkman, afinal com um único dispositivo poderia se carregar tudo em seu bolso. Os recém chegados celulares poderiam agregar os tocadores, além de várias outras funções.



Assim nasceu o que muitos chamam de pai do Iphone, o celular Rockr em parceria com a Motorola. E o resultado foi mais um fracasso para a coleção da Apple. Sim.. a Apple coleciona fracassos, e embora não seja o intuito desta matéria falar sobre os produtos da Apple que não vingaram, fica a dica de que o sucesso depende da perseverança. 

veja o comercial do lançamento do Rockr

As pessoas então passaram a questionar Steve Jobs: 
Afinal, é este o produto revolucionário que você nos prometeu!!!

E foi neste momento que um engenheiro do laboratório de desenvolvimento da Apple apresentou o protótipo do Ipad (que também era a evolução do assistente pessoal Newton),
Assistente Pessoal Newton
E assim surgiu a ideia de conceber os Smartphone como conhecemos hoje: tela total sem teclado, cheio de aplicativos e acionado exclusivamente pelo dedo (aposentando a canetinha Stylus).


Vejam!!! Os produtos não nascem do nada, é sempre uma sequência de fatores que se somam, de oportunidades que tem o momento certo para dar certo, perdeu o bonde já era.

As lições de inovação de Steve Jobs, segundo seu biógrafo


Pensar mais no produto do que no lucro

De acordo com Isaacson, Jobs acreditava que, investir em um algo único e bonito, consequentemente levava ao lucro. O foco nos resultados poderia causar a necessidade de cortes durante o desenvolvimento do produto e este sofreria perda de qualidade.

Cuidar do que está por dentro, e não somente do que é visível

Em uma das conversas para a biografia, Jobs levou Isaacson até uma cerca que ele havia construído junto com seu pai, na infância. No momento da construção, o pai tinha dito a ele que o lado interno da cerca deveria ser tão bonito quanto o de fora. Jobs argumentou dizendo que ninguém veria aquela parte e seu pai retrucou dizendo: “mas você sabe”.
Essa foi a lógica que Jobs usou para desenvolver todos os seus produtos, segundo Isaacson. Quando produziu o primeiro Macintosh, em 1984, ele disse aos engenheiros que o circuito impresso do computador era horrível porque os chips não estavam alinhados. Então, eles redesenharam toda a sua parte interna, antes de voltar a vendê-lo.

Cuidar da embalagem

Assim como os produtos da Apple, a caixa que os embala também foi desenvolvida com paixão e, inclusive, é patenteada. “O produto está ali como se fosse uma joia. Se as pessoas vêem um embrulho bonito, elas acreditam que o produto é de qualidade”, diz Walter Isaacson.

Distorcer convicções

Sgundo Isaacson, Jobs sabia como ninguém obrigar as pessoas a fazer o que elas achavam impossível. Certa vez, quando trabalhava com Steve Wosniak na Atari, ele disse ao colega que precisavam desenhar o jogo em quatro dias. Wosniak disse que aquilo era impossível e então Jobs o olhou fixamente, sem piscar, e disse: “Não tenha medo, você pode”. E o jogo foi desenvolvido em quatro dias. A técnica, de acordo com Isaacson, Jobs aprendeu com um guru, em uma viagem à Índia e foi usada para conquistar muitas coisas que, à primeira vista, pareciam impossíveis.

Capacidade de pensar diferente

“Jobs sabia que a imaginação e a criatividade só existem quando você está disposto a ser meio rebelde, a pensar diferente”, afirma Isaacson.

Acreditar na beleza da simplicidade

A simplicidade sempre foi a premissa de Jobs para desenvolver seus produtos. Quando ele resolveu criar o iPod, nos tempos em que a Apple só fabricava computadores, o argumento que ele usou foi o de que todos os dispositivos de reprodução musical (os populares aparelhos de mp3) que já existiam eram “sem graça, porque eram complicados demais e tinham um menu chato e uma interface horrível”, diz Isaacson.
“Eles não tinham a beleza da simplicidade”, completa o escritor. Por isso, ele quis desenvolver um produto em que qualquer um pudesse acessar uma infinidade de músicas em três cliques.

Não ter medo de inovar

Quando Steve Jobs decidiu criar o iPhone, com o insight de que “o mundo iria se tornar móvel”, alguns de seus funcionários acharam que ele tinha ficado maluco. Isso porque o smartphone “engoliria” o iPod ao oferecer uma plataforma de armazenamento e reprodução de músicas igual à do aparelho. Ele, porém, não exitou: “ou nós canibalizamos, ou alguém nos comerá no almoço”, disse Jobs, segundo Isaacson